Eça de Queiroz, um dos maiores escritores português do século XIX.

Hoje, é uma data muito especial, no dia 25 de novembro, de 1845, na cidade portuguesa de Póvoa de Varzim, nascia José Maria Eça de Queirós, considerado um dos maiores escritores português, de todos os tempos.

 

Eça de Queiroz nasceu em Povoa de Varzim, era filho do Dr. José Maria Teixeira de Queirós, juiz do Supremo Tribunal de Justiça, e de sua mulher, D. Carolina de Eça, eça de Queiroz foi entregue a ama, Ana Joaquina Leal de Barros, e foi batizado na Igreja Matriz de Vila do Conde, e registrado com mãe indefinida.

Eça viveu com a ama ate uma idade indefinida, depois passou a viver com seus avós paternos, mesmo após seus pais terem se casado, ele passou a viver com seus avos.

 

Estudou no Colégio da Lapa, na cidade do Porto até o seu ingresso na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1861. Em 1867, ele iniciou a carreira de advogado em Évora, mas pouco tempo depois seguiu para Lisboa, onde colaborou com “um dos seus primeiro escritos” na redação de “A gazeta de Portugal” e integrando também os debates que se intularam “Cenáculo”. A Carreira de advogado foi curta, pois Eça desistiu da carreira por não lhe parecer que pudesse alcançar um futuro liseonjeiro.

Em 1870, iniciou na carreira de diplomata, em 21 de julho de 1870, Eça participou de um concurso, onde obteve o primeiro lugar e, em 1872 conseguiu a nomeação de cônsul geral de havana, para onde partiu em seguida. Permaneceu poucos anos em Cuba, dentre as terríveis repressões do governo espanhol. Mais tarde partiu para Paris, onde se casou com a Sr.ª D. Emilia de Castro Pamplona, irmã do conde de Resende, com quem teve 4 filhos: Alberto, António, José Maria e Maria.

A década de 70 é muito importante para Eça, pois nessa década surgiram suas mais importantes obras, como “O Crime do Padre Amaro” (1875) e “O Primo Basílio” (1878), mas grandes obras foram escritas também nas décadas seguintes, como “A Relíquia” (1887), “Os Maias” (1888) e “A Ilustre Casa de Ramires”; 1900.

Mesmo após sua morte foram publicas algumas Obras, como podemos ver abaixo:

 

O mistério da estrada de Sintra (1870)

O Crime do Padre Amaro (1875)

A Tragédia da Rua das Flores (1877-78)

O Primo Basílio (1878)

O Mandarim (1880)

As Minas de Salomão (1885) (tradução)

A Relíquia (1887)

Os Maias (1888)

Uma Campanha Alegre (1890-91)

O Tesouro (1893)

A Aia (1894)

Adão e Eva no paraíso (1897)

Correspondência de Fradique Mendes (1900)

A Ilustre Casa de Ramires (1900)

A Cidade e as Serras (1901, póstumo)

Contos (1902, póstumo)

Prosas bárbaras (1903, póstumo)

Cartas de Inglaterra (1905, póstumo)

Ecos de Paris (1905, póstumo)

Cartas familiares e bilhetes de Paris (1907, póstumo)

Notas contemporâneas (1909, póstumo)

Últimas páginas (1912, póstumo)

A Capital (1925, póstumo)

O conde de Abranhos (1925, póstumo)

Alves & Companhia (1925, póstumo)

Correspondência (1925, póstumo)

O Egipto (1926, póstumo)

Cartas inéditas de Fradique Mendes (1929, póstumo)

Eça de Queirós entre os seus – Cartas íntimas (1949, póstumo).

 

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