Sobre G.K Chesterton

Gilbert Keith Chesterton nasceu no dia 29 de maio de 1874 em Kensington, Londres. Em sua carreira foi escritor, poeta, narrador, ensaísta, jornalista, historiador, biógrafo, teólogo, filósofo, desenhista e conferencista britânico.
Filho de Edward Chesterton e Marie Louise Grosjean e irmão de Cecil Chesterton, ele se casou com Frances Blogg. Ele tinha 2,09m de altura e 140kg, o que o faziam uma figura bastante notável.
Chesterton nem sempre foi católico, antes disso ele fazia parte da igreja anglicana, mas acabou se convertendo no movimento Anglo-católico graças a um escritor católico chamado Hilaire Belloc, em 1922, com quem inclusive mantinha amizade. Sua esposa foi a causa de ele se manter um tanto relutante a início, mas ela também acabou se convertendo em 1926.
Ele também era admirado pelo Papa Pio XI, que quando soube de sua morte, fez questão de escrever um telegrama com as seguintes palavras: “O Santo Padre está profundamente consternado com a morte de Gilbert Keith Chesterton, devoto filho da Santa Igreja, dotado defensor da Fé Católica. Sua Santidade oferece paternais condolências ao povo da Inglaterra, promete orações pelo falecido amigo e outorga sua Benção Apostólica.”
Toda a sua obra chegou a quase 40 volumes, tratando sobre diversos assuntos. O seu livro mais famoso e muito bem conceituado é “Ortodoxia”.
Chesterton fez com que depois de ler Everlasting Man (O homem eterno), C.S. Lewis deixasse de ser ateu e passasse a ser cristão, influenciou líderes de movimentos a favor da liberdade como Michael Collins, Mahatma Gandhi e Martin Luther King. Ele também marcou muitos escritores fabulosos como Ernest Hemingway, Graham Greene, Jorge Luis Borges, Gabriel García Márquez, Marshall McLuhan, Dorothy L. Sayers, Agatha Christie, Orson Welles e T. S. Eliot.
Ele morreu em 14 de junho de 1936 em Beaconsfield, deixando todos os seus bens para a igreja católica e foi sepultado na própria cidade no Cemitério Católico Romano.
Leia abaixo o que outros autores disseram sobre G.K. Chesterton:

T.S. Eliot: “Se tivesse de afirmar sua qualidade essencial, diria ser a do tipo do senso comum triunfante – aquele gaudium de veritate […]”.

C.S. Lewis: “Seu humor era do tipo que eu mais gosto – sem “piadas” inseridas numa página como passas num bolo, e menos ainda num tom comum (o que não suporto) de frivolidade e jocosidade”.

 

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