The Sims – Como tudo começou

Depois de “The Sims” o mundo dos jogos eletrônicos nunca mais foi o mesmo. De olho na tendência de jogos de simulação como o SimCity, o designer Will Wright, especializado nesse segmento, resolveu fazer uma adaptação com foco na vida pessoal. Foi um projeto arriscado recebido com descrença no início, mas acabou dando certo e se tornou um fenômeno mundial. A liberdade que The Sims proporciona é sem dúvida alguma o principal elemento que fez o seu sucesso, assim também como as diversas possibilidades que ele oferece. Nele, o jogador controla um personagem sem seguir um roteiro, apenas realizando ações fundamentais para o desenvolvimento de sua vida pessoal e social. Lançado no ano de 2000 e distribuído pela Maxis, o jogo fez tanto sucesso que gerou sequências bem sucedidas e várias expansões e hoje é o “queridinho” de muitos jogadores.

A vida real é retratada com fidelidade no cotidiano de The Sims. Os personagens, chamados de Sims, são iguaizinhos a nós: eles se divertem, trabalham, aprendem coisas novas, ficam alegres, tristes, zangados…enfim, tudo o que acontece com a gente. Apesar de simples, as situações exigem organização para que a vida do Sim não vire um caos. Esse é o segredo para progredir em sua vida virtual – organização.

Os gráficos construídos a partir de técnicas em 3D e 2D, encantam pela perfeição. Há muita cor e movimento nos cenários, que não deixam escapar nenhum detalhe.

Os jogos foram portados e convertidos para plataformas como Nintendo Wii, celular, Nintendo DS, Playstation 2, GameBoy Advance, GameCube, Xbox e para PC. A versão on line lançada em 2002 não agradou muito por ser inferior aos outros. Em 2004, foi recriada com novidades e melhoras nos gráficos, finalmente agradando a todos. As expansões são um sucesso de venda e complementam a vida dos Sims com novos objetos, ações, áreas, personagens e atividades.

Não existem fases, game over ou qualquer limite no The Sims – você pode jogar e começar tudo de novo, ou apenas jogar e acompanhar a evolução do jogo. Seu personagem morreu? Sobraram os amigos, o marido, os filhos…e quem quer que seja pra você controlar. Aviso: é extremamente viciante!

 

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