Violetas – Algumas dicas de como cuidar delas

A violeta pertence a uma família de plantas que possui cerca de 800 espécies e 21 gêneros (ela é do gênero Viola), e é uma ótima opção pra quem enfeitar a casa com flores, pois não exige muitos cuidados. Charmosa e com belas cores, apresenta muitas variações, entre ela a africana, que é a mais cultivada no Brasil. Acredita-se que a violeta tenha origem na Europa, sendo muito admirada pelos gregos e romanos. Na mitologia, ela representa o amor entre Zeus e sua sacerdotisa. A violeta africana foi descoberta no ano de 1928 pelo pesquisador e barão alemão Walter Von Saint Paul.

Além de ser usada para decoração, a planta é utilizada na fabricação de perfumes, talcos, desodorantes e sabonetes. Uma curiosidade é que ela também é utilizada em pratos culinários, saladas e decorações de bolos. Suas pétalas possuem um sabor adocicado e perfumado, podendo ser consumidas cristalizadas em açúcar ou frescas. E tem mais: a violeta tem propriedades medicinais, sendo indicada em tratamentos homeopáticos de reumatismo, tosse, dor de ouvido e inflamações.

A folhagem das violetas são cobertas por pelos em sua parte superior e as flores podem aparecer solitárias, em forma de ramalhete ou buques. Elas não ocupam muito espaço e se adaptam bem a ambientes internos, por isso são ideais para serem colocadas dentro de apartamentos.

 

Violetas - Algumas dicas de como cuidar delas

Cuidando da sua violeta

Os vasos mais adequados para cultivo são os de barro com alguns furos na base. A terra não deve ficar muito encharcada de água por causa das raízes sensíveis da planta, assim como as folha e a copa, que podem apodrecer.

A flor gosta de luz e necessita de no mínimo 3 horas de sol, mas não a deixe exposta direto. Dentro de casa, em um parapeito de janela por exemplo, ela pode receber luz solar através do vidro da janela. Vire o vasinho semanalmente.

Durante o seu ciclo de crescimento, utilize adubos como nitrato de cálcio, ureia e nitrato de potássio. Para a adubação, alterne os fertilizantes orgânicos (como esterco e farinhas de osso e de peixe) com os inorgânicos (derivados do refino do petróleo ou de extrações minerais).

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade